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Exames
alguns dos exames que fazemos | consulte sobre outros

A densitometria óssea é o exame ideal para o diagnóstico da osteoporose e da osteopenia por detectar a redução da massa óssea de maneira precoce e precisa. Ele é o método mais utilizado para avaliar a densidade mineral dos ossos e utiliza um aparelho conhecido por utilizar a técnica de DXA (Dual-Energy X-ray Absorptiometry). A densitometria óssea avalia a coluna lombar, a região proximal do fêmur e o terço distal do rádio. Isso porque essas áreas são as que mais estão sujeitas ao risco de fraturas. Esse método utiliza aparelhos sofisticados e que apresentam duas vantagens importantes: são rápidos e produzem uma baixa exposição à radiação – até dez vezes menor que a exposição gerada por uma radiografia normal de tórax. A densitometria óssea é um teste rápido (dura cerca de 5 minutos) e indolor para a medição da densidade mineral óssea.

A ecografia, também conhecida como ultrassonografia, consiste em um exame que faz uso de propriedades dos ultrassons para avaliação de estruturas anatômicas do corpo humano. O aparelho consegue converter ondas de som em imagens que, quando analisadas por um médico especialista em ecografia, podem revelar eventuais disfunções no organismo.

A ecografia é um método de baixo custo, quando comparado a outros procedimentos (como a tomografia computadorizada, por exemplo). Além disso, o exame não provoca nenhuma alteração nas partes do corpo analisadas, já que não emite radiação ao paciente.

São diversas as indicações médicas para a realização de ecografias. Além da gravidez, uma das razões mais comuns para a realização da ecografia, a investigação de órgãos específicos do corpo também costuma justificar a solicitação do exame. Para análise de órgãos como o fígado, rins, tireóide, mamas, ovários e bexiga, as ecografias são frequentemente solicitadas por médicos especialistas.

O exame é realizado de forma semelhante à mamografia convencional, podendo ser compreendido como um Raio-X das mamas. O procedimento é basicamente o mesmo: a paciente é posicionada em pé e as mamas serão colocadas, uma por vez, no aparelho. Haverá uma compressão, horizontal e verticalmente. No caso da mamografia digital, este processo é mais ágil e, por isso, menos desconfortável que o convencional.

Mas a partir de que idade o exame é indicado? A mamografia, seja digital ou convencional, deve ser feita anualmente, como rotina, por todas as mulheres com mais de 40 anos. O exame pode ser antecipado para mulheres com 35 anos, desde que estejam no “grupo de risco”: aquelas pacientes com casos na família antes dos 50 anos ou com outros parentes de primeiro grau com câncer de ovário ou ainda história familiar de câncer de mama masculino.

Antes dos 35 anos, a mamografia não é indicada porque as mamas ainda são densas e firmes, impedindo a boa penetração dos Raios-X no tecido mamário. Dessa forma, a identificação de algum nódulo ou cisto não será satisfatório. Se houver suspeita de nódulos, a indicação é de uma ultrassonografia.